domingo, 3 de janeiro de 2010

Capitulo I: As origens da mágia VII

Latri sabia que este momento chegaria. Sabia-o bem. Devia desenterrar o seu maior tesouro, que levava séculos oculto. A sua nai dera-lho dera antes de morrer, pero nunca o usara. Contara-lhe sem embargo as proezas das que era capaz. Nas noites do tempo, di a lenda, os animais conseguiram a capacidade de se comunicar entre eles graças a ele. A sua avoa dizia que era capaz de transmutar animais em humano e vice-versa. Tambem ouvira que sabendo-o usar, nom havia namorado que resistise cair nas redes do seu posuidor. "É um arma de destrucçom maciça". Pensava Latri. "Tem que estar em boas mãos"."Boas patas". Queria dizer. Havia que ser cuidadoso para o usar, havia que dar coas palavras certas para o feitiço certo. Se nom, os resultados poderiam ser nefastos.

- Zigg. Tenho-che que dar umha cousa.
- Si.
- Servirá-che de ajuda na Gallaecia.
- Um paraguas?- Dixo Zigg.
- Nom sejas mona! -Dixo Latri.

Por momentos se anojava. Nom aturava as impertinéncias.

- É algo que te pode mudar para sempre. É moi poderooooso. Pode cambiar a históooooooria. Vem comigooooooo. - Latri ia falando cada vez mais solemnemente.

Zigg era moi curioso, como bom gato. Seguiu-na saltando entre paus, mentres a moucha ia voando para terminar pousada entre umhas vigas no teito. Que caralho seria aquilo? Quando Latri se punha grandilocuente a Zigg se lhe rechumiam os colhoncinhos co medo. Ele ao fim e o cabo era um gatinho....

- Velaqui o teeeeeeeesssss!!!
Um raio caiu ao longe, e um romano botou umha risa cavernosa numha sala do paço de Herodes. A Zigg nom lhe cabia um grão de milho polo cú. (Nom havia milho naquel entom no Imperio Romano, digamos entom um grão de trigo). Os cabelos pugérom-se-lhe de punta.
- Pffffffgg - Zoou Zigg - Miaaaaaaaaaaaaaaaaaau!!!!!!
- O CARAAAALHO 29!!! - Berrou Latri.
- Ai, perdoa polo barulho, Latri, é que tenho medo!!!!.
- Nom!!! Digo, que aqui o tes. O CARALHO 29!!!!

Latri tinha nas suas gadoupas um penis peludo, com seu glande timidamente asomando, atado a um cordelho e cum nó corredeiro para atá-lo a algo. Nom saberia dizer de que animal seria aquilo.

- Mimadrinha, Latri!!! Bien calladito te lo tenias!!!.
- Caaaaala, larcham! Ou pensas que as coelhas nom me venhem comentar cousas? - Contraatacou Latri.
- Vale, vale, cambiemos de asunto. Essa foi umha noite dura. Caira num caldeiro de mosto que estava a fermentar e tiven-no que beber todo para nom morrer afogado.
- Bueno, bueno. Nom me deas explicaçons. Isso é cousa tua e das coelhas. Pom-te isto ao pescoço.
- Latri, nom, eu, verás.... a mim nom me vai isso.... pensei que te referias a outra cousa quando dixeches isso de que me podia mudar completamente....verás, a mim só me vam as gatas.
- E as conexas!!! -Dixo alguem desde atrás.
Zigg revirou a cabeça e ali estava Bicom. O seu amigo cam.
- Bueno, e as conexas tambem, pero o caralho esse a mim nim mo acerques.
- CALADE PORCOS!!! -Gritou Latri. - Este é O CARALHO 29!!!! Tem poderes mágicos. Quem o leva ao lombo pode fazer feitiços de 3 palavras, prácticamente o que quiseres sempre que o logres condensar o suficiente. Chega com pedir-lho.
- Ah si???? - Zigg já estava pensando em algo... Levava tempo querendo impresionar a aquela gatinha, e sempre tivera certo complexo desde pequeninho....
- SIIIII!!! CALQUERA COUSA. Só tem um pequeno problema... -replicou Latri coa voz pequena.
- Qual?? -ladradom ao unísono o cam e o gato.
- Tem que haver umha pessoa perto que depois berre: "O CARALHO 29!!". Se nom, o feitiço nom tem efeito.

- Haverá que proba-lo! Trae p'aqui!!
Zigg colocou-se o amuleto ao pescoço, afiançou bem o nó, e berrou com força:
- Quero colhons enormes!
- O CARALHO 29!! - Replicarom o cam Bicom e a moucha Latri.
Nesse momento, um fogonazo de luz inundou a estáncia cegando a todos. Quando forom recuperando a vista, virom ali a Zigg, na mesma posiçom que antes. Pero agora, as suas patas traseiras nom tocavam o chão. Um escroto gigante coma umha pelota de futebol maya elevava o seus quartos traseiros a lhe abria as pernas. Bicom escachava coa risa, medio vingando-se da ranhadura que hai umhas horas lhe dera o demo do gato Zigg, o rentranqueiro.
- Como se volve para atrás Latri??? Isto é demasiado!! Nom podo caminhar!! Aiiiii!!! - Zigg se laiava lastimeiro. O seu amigo cam nom podia parar de rir, já estava boca arriba como todos os cães.
- Tá-che bem - Dixo Latri gozando o momento.- Anda, anda.... para dar marcha atrás, simplesmente di-o em voz alta.
- Meus colhoncinhos queridos!!!! - Berrou Zigg chorando.
- O CARALHO 29!!! -sentenciarom Bicom e Latri

FIM DO PRIMEIRO CAPITULO.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Capitulo I: as orixes da maxia VI

-Teño que preguntarche algo Latri-espetou Zigg
-Ti dirás Zigg, agora que xa es xefe do FRG, quizais non necestites dos meus consellos..-dixo con sorna Latri.
-Chegoume un papiro de Gallaecia, solicitan a axuda da FRG xa que os ratos da comarca do Val da Mahía levantaronse en armas,os gatos non saen a rúa, asolaron prados e cortellos, non deixan nada de nada.Xa conquistaron Vioxus e ameazan con conquistar Espiñeirus...
-E que queres que faga eu ,ali non teño influencias, non pinto nada alí-preguntou Latri enoxada
Non, non é iso -dixo Zig mentras relambía os fuciños.Quero que vixiles a meu irmán Zag, vouno deixar o mando do FRG aqui, mentras eu vou con parte das tropas para Gallaecia.
-A ise borracho-dixo Latri, se pasa mais tempo na taberna que na gateira.
-Xa o sei, pero é a única soluccion polo momento- contestou Zig con cara de dúbida.

A Latri realmente non lle preocupaba que Zag se ocupase do FRG mentras Zig ia a estar na Gallecia, o que lle preocupaba precisamente era iso, que Zig fose a Gallaecia, ela como mediadora sabía do perigo das tribus ratunas da Gallaecia ata o de agora en tregua despois do pacto no Concilio de Ratibrom.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Capitulo I: As origens da mágia (V)

Zigg despideu-se do seu irmam para ir a busca de Latri. Pegou um chimpo e montou num carro de vacas que pasava por ali. As rodas iam rinchando e lhe traiam á memória a sua terra natal.

- Mi-ai! - Suspirou.- Quantos ratinhos tenho caçado eu na minha casinha de antes.

Os gatos do clã chamava-no "Zigg o retranqueiro", polo seu sentido do humor sem par na Judea. Súbitamente, viu algo que se movia entre as ervas. O seu instinto mandava-lhe atacar. Havia que matá-lo, havia que jogar com el, ou as duas!! Levantou as orelhas, abriu as pupilas, e ficou quedo olhando, mentres o carro avançava... Adiantou a sua pata esquerda e tanteou a cousa aquela que se movia, parecia mesmo umha erva viva. Pfffffff!!! Sacou as unhas. A erva se movia! A ERVA VIVE!!
- Ei!! Já cheguei! -Mandou a erva a tomar vento e dum chimpo baixou do carro. Umha vaca mirou para mentres rumiava erva de fai umhas horas. -Que nojo. Mira que sodes parvas as vacas...pensava para si, mirando para atras pero proseguindo o seu caminho á frente...

- Latri!!!!! Laaaaatri!! - Berrou

Latri era umha moucha que vivia nas cortes do paço de Herodes reservadas para o gado. Os mouchos nom eram mui abundantes em estas latitudes, assi que procurava passar desapercibida. Vivia escondida entre o telhado. Polas noites baixava a mangar-lhe algumha serpe ao governador, e de passo ulular para asustar aos soldados. Trabara boa amizade com Zigg porque ela tamem era de Ourense. Latri sabia algo mais de geografia que os gatos, alem de outras cíencias, incluidas as ocultas. Estava considerada umha sábia e acudiam a ela polas suas dotes diplomatas. Ela servira de mediadora na paz entre as ratas e o FGR.

- Buuuuuuuuh. Buuuuuuuuuuh. - Dixo Latri.

- Onde estas? Nom te vejo!! Replicou Zigg.

Capítulo I: As origens da mágia (IV).

O gatinho Zigg mirava aos demais gatos fachendoso ainda com restos da pelaxe do seu inimigo Zdur entre os bigotes, pero isso si, sem poder fuxir dos seus tics gatunos: lambendo-se irremiavelmente os colhonzinhos e as patinhas por se acicalar logo da refrega.

- Miauuu, marramiau, miii, puufffff! Que traduzido à linguagem humana vinha a dizer algo assim como: Viva o nosso novo lider! (A partir de agora presdinciremos da linguagem michineira em favor da fluidez do relato).

Agora o novo chefe, sentiasse bem, por fim se liberara do incordio de Zdur que levava para el sempre as melhores partes da comida e as gatinhas mais agarimosas e bonitas, as de tres cores eram as sua preferidas, como tamém o eram as de Zigg.

O irmám de Zigg, Zagg, lambia ao seu irmám e comentava-lhe:

- Meu irmám é agora o novo chefe, cog, cog! Tusiu por umha pequena bolinha de pelusa. Que bem o havemos passar agora!! Hehehe!! Cog, cog!!

- Venha meu irmám imos ao cais do porto ver que topamos! Para já de lamber-me! Puuffffffffff!! Bufou-lhe de brincadeira Zigg a Zagg.

Baixarom a rebolos pola aba do outeiro e as herbas repinicarom as suas brilhantes pelaxes. Os demais gatinhos miravam aparvados desde arriba.

- Ei!! Onde ides!!! Zigg!! Zagg!! E nos que fazemos?

- Ide à janeira por ai que já é tempo, agora sodes ceives de fazer o que queirades. Os tempos de Zdur som finados! Dixo Zigg costa abaixo namentras perdia a sua vista numha volvoreta que o hipnotizada irresistivelmente.

- Viva Zigg! Berrarom todos os michos.

Zdur ainda estava estumbalhado no cham, e movia a cola como quem move um abano, tinha sangue pola cara e os seus amigos viam por anima-lo a se erguer com lambetóns, arrefregando a cara contra a del e ronroneando. Zdur aos poucos foisse erguendo e começou andar como se tivesse que passar por um sitio mui baixinho.

- Ai! Que tumda me deu o condenado do Zigg! Pffuuuuffssss!! Já vou velho. Miau!! Isto nom vai ficar assim. Juro-o polos meus bigotes. Onde foi esse maldito gato?

Zigg mais o seu irmám Zagg estavam já a fazer das suas mesturados entre as gentes que trabalhavam no cais. O mercado estava repleto de gente, havia postos por todos lados, marinheiros, feirantes, brazeiros, coches de cavalos… o balbordo que se respirava era abafante. Pero Zigg e Zagg sabiam que eram uns gatinhos mui jeitosos e bonitos que polo geral caiam bem a gente. Pronto começarom a despregar as suas artes gatunas entre os confiados humanos, com Zdur nom poderiam fazer tal cousa. Passear-se como desfilando sobre os balcóns dos postos com passinhos muidos e a colinha bem ergueita era premio seguro, se nom se passavam demasiado claro. Deixan-se acarinhar um chisquinho e algo lhes caia: umha raspa de peixe, um anaco de queixo, um canequinho de leite…

A cousa ia-lhes vento em popa e tinham o bandulho mais que cheio, o comer era já vizio gatuno desse que logo os fai devolver o comido. Estavam encarregando-se com muito jeito dum punhadinho de xoubas reladas que a peixeira lhes dera sem muita dificultade quando, como sincronizados por umha força estranha, as suas orelhas puntiagudas virarom caro um ruido que lhes resultava mui familiar.

- Pero já está ai o parvo de Bicom? Dixo Zigg.

- Haverá que fuxir meu irmám. Dixo Zagg.

- Deixa-me apurar este último bocadinho anda. Comentou dessidioso Zigg.

Bicom era o cam do carniceiro. Era um cam grande e torpom que tinha mais babas que cerebro. Desde havia tempo molestava aos gatos todos que passassem polo cais, pero nunca fora quem de apanhar ningúm. Entre toda a gente que havia sempre por ali, o torpe que el era e o rápidos que eram os michos sempre se quedava sem trofeu.

O cam avançava entre as pernas da gente, que nom lhe escatimarom algunha que outra patada, e os gatos Zigg e Zagg mirava para el com cara de despreocupaçom. Justo quando estava à sua beira estes dezidirom começar a fuxida aproveitando o momento para deixar-lhe um regalinho oloroso em forma de peido. O cam viu ferido o seu agudo sentido do olfato cum estrondoso:

- Caaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiimmm!!!!!

Os gatos riam e bufavam polo regosto da vitória:

- Pbuuuuuffffff!!! Marramiau!!!!

Corriam e corriam mentres o cam se perdia entre a gente e os seus ladridos nom eram já ameça. Foi entom quando Zigg viu aquela gatinha que havia cambiar para sempre a sua vida. Aboiando na enseada do porto, a pouca distância do cais havia um barco, parecia grande, ainda que aos olhos dum gato todo parez grande. Parecia um mercante fenício, e Zigg confirmou-no ao comprovar como no ar, traidos pola brisa marina, se mesturam os arrecendos de preciosas espécias. Ali, na cuberta, apoiada na varanda de proa estava ela, sentada, mirando para o porto, com a sua colinha pousada gracilmente envolvendo as suas patinhas e entornado os olhos. A sua mirada era felina de mais, como a dumha tigresa, tinha tres cores, branco, cabeça e patas, peito negro; e o lombo, o bandulho e a cola dum amarelo ouro que reflectia o sol do meiodia. Zagg obervava ao seu irmám aturdido pola aquela vissom e olores.

- Ei Zigg!! Seica che enchou o olho a gatinha!? Dixo Zagg.

- Cala! Nom me estropees este momento. Tenho que ir junto dessa gatinha. Pero como vou fazer?

- Guau, guau!!! Brrrruurrr!!! Apareceu o cam Bicom.

Zigg longe de amedrentar-se achegou a el observado polas caras de incomprenssom do cam e do seu próprio irmám, levantou umha pata, desenfundou as unhas e rabunhou dum golpe certeiro o fuçino de Bicom. O cam gemeu de dor como mesmamente perseguido por um cozinheiro chinés e fuxiu com o rabo entre as pernas.

- Caim, caim, caim!!!!

- Se já o sabia eu! Este nada de nada! A cam ladrador… tinha que ter feito isto muito antes. Dixo Zigg com cara de despreocupaçom mentres se lambia a pata ejecutora e se purgava entre os dedos.

O seu irmám ainda atónito mirava para el.

- Venha Zagg, tenho que chegar onde essa gatinha como seja. Ponte a pensar como faze-lo, vai perguntas as ratas, desde a trégoa podemos achegar-nos até o seu território. Elas sempre tenhem alguém nos barcos, vai ver que se pode fazer.

- Pero meu irmám! A trégoa é só em terra, nos barcos hai guerra já o sabes. Respostou Zagg lambendo a barriga.

- Ti vai ver que se pode fazer. Eu vou onda Latri ver que nos conta. Dixo Zigg passando a patinha por trás da orellha. Combinamos de novo aquí à caida do sol irmám?

- Miau dixo Zagg.

- Miau respostou Zigg.

Capitulo I. As origens da mágia (e 3)

Ele tinha saboteado legions enteiras de romanos mejando-lhes nos cascos antes das batalhas. Fora assi como Zdur, o anterior chefe do FGR reparara nele como subcomandante. Maldito o dia que se fixara nele, pensava Zdur mentres lambia as suas feridas.

A história de Zdur era muito diferente à do galego Zigg. Zdur nascera numha vivenda acomodada do Jerusalem, regida por um tal Judas o Suinha. Os seus gens eram de gato europeu com um toque persa, e tinha um olho azul e outro verde. Gostava muito dos restos de cabrito ao espeto Judas tirava no chão, prato mui de moda neses tempos.

Ainda que dobrava em pesso a Zigg, a sua agilidade era comentada em todo o Egipto. Era o único que podia saltar desde o borde do muro das lamentaçons sem queixar-se o mais minimo.

Zigg estava pronto a falar ao FGR. A lúa estava no seu apogeo e iluminava o pátio como se fosse de dia. Já chegaram todos os gatinhos guerrilheiros, incluindo um lince ibérico que fora toureado na Espanha, ainda que todo o mundo pensava que vinha de Samoa Oriental. Os gatos nom manexavam moi bem a geografia. Ademais gostavam de rebautizar as vilas que iam conquistando.


- Gatos todos!!! -Dixo Zigg desde a rocha, olhando para a lua. - Esta noite começa o meu reinado do FGR. Vam mudar algumhas cousas, meus gatos e gatas.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Capítulo I: As origens da mágia

Zigg naceu na Gallaecia ala polo ano V despois de Cristo.Vos preguntaredes que carallo fai un micho ourensá no país das piramides e dos papiros, pois ben estivo sete anos embarcado nun mariño mercante, viaxando daquí para acolá ata que un bo día aproveitou e deu un chimpo no porto de Alexandría.
-Maldita a hora na que abandonei a doce vida que ma daba o meu dono no barco- pensaba Zigg a cotío, e razón non lle faltaba xa que no barco sempre había comida e só se tiña que preocupar de durmir.O que peor levaba eran os mareos pero co tempo xa se acostumara.
A vida en cambio en Exipto era dura, sobre todo dende que fora reclutado no Frente Gatuno Revolucionario(FGR),donde de simple guerrilleiro chegou a a xefe militar en pouco tempo.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Capítulo I: As origens da mágia

Mirou para os seus companheiros com autoridade, desde encima da rocha mais alta. O corpo ainda estava doente depois da dura peleja que tivera com Zdur polo domínio do clã. Clavara-lhe as suas maltidas fouces bem dentro do pescoço, pero o prémio compensava aquela dor. Agora teria prioridade perante todas as fêmeas daquel território. Perpetuaria os seus gens vindos do Egipto e teria um ejercito aos seus pes. Erqueu a vista a mirou as velhas ruas de Jerusalem, iluminadas pola lua cheia. Um cam ladra ao longe e todos se ponhem alerta. Ainda hai gente pola rua. Os homens nom som capaces de ver coma mim, pensava. Eu nom preciso tanta luz.

O meu nome é Zigg. Som o rei do meu clã.