Em conmemoraçom dos nossos precursores bombeirís aqui vos deixo esta foto. Aguardo que os comentarios nom saiam muito de tom. hehehe!!!
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
COMO OS ANTIGOS BOMBEIROS
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Gonzalo Amorin
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Labels: as nossas cousas, Bombeiros
terça-feira, 25 de agosto de 2009
GALICOLA

Refrescar a gorja, e a língua.
Um novo refrigerante de nome Galicola sairá em Agosto.
«Sabor para a tua língua», slogan da Galicola.
Eduardo Maragoto - A ideia nom é original, existindo projectos semelhantes um pouco por todo o mundo. Estám inspirados na fenomenal expansom da Mecca-Cola, um refrigerante que causou e causa furor nos países árabes, nomeadamente no Oriente Médio.
De forma paralela, este novo produto de selo exclusivamente galaico pretenderia socavar a imagem da Pepsi e da Coca-Cola, símbolos do modelo de consumo americano, contribuindo ainda para o financiamento de umha causa justa; neste caso, a promoçom da língua.
Um reduzido grupo de pessoas acabou de pôr em andamento a associaçom cultural Fontaira com o objectivo de gerar este novo produto em garrafas plásticas de 33 centilitros e meio litro. Contam com recursos suficientes para começar a distribuí-la em Agosto; a partir daí, reconhecem, o futuro do projecto dependerá do sucesso do próprio produto, de nome Galicola.
A marca lembra a superconhecida Mecca-Cola, um produto que chegou a distribuir-se no Estado espanhol através de umha ONG de solidariedade com Cuba, a Haydé Santamaría. Esta associaçom deixaria mais tarde a distribuiçom, que começava a desfrutar de certo mercado no mundo alternativo, segundo a imprensa empresarial por nom ter suportado a pressom dos meios que a relacionavam com a resistência árabe, ao ter aparecido de modo casual na instruçom do 11-M.
Porém, à diferença daquela, que só reserva umha parte do ganho a associaçons humanitárias que trabalham nos territórios palestinianos ocupados, a Galicola vai destinar todo o lucro à língua do país, que, segundo nos explica um dos promotores, está especialmente necessitada nestes momentos: «No movimento normalizador existem muitos projectos e muita mais gente a trabalhar da que havia há dez anos. Toda essa gente tem muitas ideias, mas a falta de dinheiro acaba por ser o pretexto para nom as levar adiante. Nom queremos que o dinheiro seja umha razom para nom avançar.»
Nom é umha empresa
A importáncia desta ideia que os criadores da Galicola querem transmitir é tal que figura em primeiro lugar entre os pontos incluídos nos princípios fundacionais. Traduzido, isto quer dizer que ninguém vai lucrar com o novo refresco, e todo o ganho (o que restar depois do pagamento dos custos de fabricaçom, distribuiçom e salários) será destinado ao movimento normalizador.
A vocaçom normalizadora da Galicola reflecte-se em que 5% de cada venda irá parar a um Fundo polo Galego, intocável, estejam como estiverem as contas gerais da Galicola. Desta maneira, «qualquer pessoa terá a certeza de que umha parte do que paga polo refresco acabará a financiar um festival, um meio de comunicaçom, umha associaçom polo idioma, umha escola monolíngüe, um centro social, umha campanha de sensibilizaçom...»
A forma de tornar possível esta colaboraçom será o Concurso Ángelo Casal (em homenagem a um mecenas da língua fusilado polo franquismo), que esvaziará, cada 17 de Maio, o Fundo polo Galego. Qualquer entidade sem ánimo de lucro que nom tenha ganho a anterior ediçom poderá apresentar umha única candidatura que defenda ora a sua actividade pró-normalizadora em termos globais ora umha actividade concreta em prol do idioma.
O destino que cada colectivo dará ao dinheiro recebido também será publicado com antecedência na página web da Galicola, para ser consultado por eventuais votantes ou participantes no concurso. A normativa (a etiquetagem fará-se em reintegrado) nom será um problema para participar, desde que as candidaturas sejam entregues dentro do prazo (entre Setembro e Dezembro).
Quanto mais beberes, mais votas
Assim que sejam publicadas as candidaturas participates na página web (em Janeiro), começa a votaçom, intimamente ligada ao consumo do produto entre Janeiro e Maio. A etiqueta de cada garrafa poderá tornar-se num voto se a pessoa consumidora assim o desejar e as vezes que desejar, podendo enviá-las por correio postal ou introduzi-las em urnas instaladas em centros sociais e bares de todo o país. Assim, até o 17 de Maio, a data em que os votos serám contados e o dinheiro do Fundo polo Galego será distribuído entre os dous projectos mais apoiados.
«Nom bebas de forma idiota, bebe de forma voluntária»
Este é o slogan que aparece nos produtos Mecca-Cola, que vende dous milhons de garrafas mensais em 60 países. O seu criador, de origem tunesino, explica assim a política de vendas: «Consumir o nosso produto é um acto de protesto contra o imperialismo americano. Qualquer pessoa que compre umha garrafa de Mecca-Cola está a realizar um acto de protesto contra a política americana e contra os crimes do sionismo».
A marca, que já foi criticada por alguns islamistas por banalizar o nome da cidade santa e por combater o poder das multinacionais criando outra igual, é líder no Oriente Médio, tendo chegado a inspirar um refrigerante semelhante no Reino Unido (a Qibla Cola). No entanto, a marca precursora deste género de produtos provém do Irám, a Zam Zam Cola, que conta com 16 fábricas e chegou a ter um grande sucesso na Arábia Saudita polo seu compromisso com o mundo mussulmano.
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Gonzalo Amorin
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19:04
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segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Recomendación musical
E aínda que sería máis acaido, non vou recomendar "Me disen el desaparesido..." do noso Manu Chao.
Como lembraredes, no máis escuro e alonxado do pasado de moitos dos que andamos argallando neste blog (uns fozando con menos intensidade ca outros), atópase un elemento común por facer (disque) música folque.
A cousa é que un amiguiño meu gaiteiro e coruñes (que non son incompatíbeis as dúas cousas) toca nun grupiño que conseguiron poñer nun CD o seu primeiro "traballo discográfico", así que, como recomendación, velaí vai a web deles: www.tiruleque.com
E de regaliño... "embébovos" un video desta xente en Ortigueira (si, os cabróns pasaron á final do Runas, que agora é o primeiro día do festival no escenario grande... ai quen nos dera a nós) :D
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Edu P.
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09:46
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Labels: música
O Brasil de Carlos Núñez
Artigo de MIGUEL ANXO FERNÁN VELLO en Galicia Hoxe
Di Carlos Núñez que no Brasil, tras unha "viaxe iniciática" de máis de tres anos ao gran país americano -alí emigrara o seu bisavó-, descubriu unha parte de si mesmo, algo -engade o músico e compositor- que "pode ser a clave para o noso futuro". E leo tamén (neste caso através dunha entrevista que lle fai Moises Álvarez) que o gran gaiteiro e concertista de frauta galego -parabéns dende aquí polo premio Ireland"s Music Award- di que "Brasil garda a esencia da cultura galega en clave urbana e contemporánea" e que o Brasil "é máis galaico que lusitano, porque o Portugal que levou a influencia alá no 1500 era o do norte, o miñoto". Ou sexa, digo eu, o Portugal galego, a vella Galiza bracarense. Fíxense vostedes. Porque a historia, a nosa -tan pouco coñecida e recoñecida, e tan ocultada e manipulada-, é así talmente. Eu creo, amigos lectores, que as palabras de Carlos Núñez merecen a máxima atención entre nós, porque, primeiro, parten da súa experiencia e coñecemento persoais e, en segundo lugar, porque o noso artista combina a sensibilidade, a percepción e a intelixencia construtiva coma poucos. Alborada do Brasil, o seu último disco editado, vexamos -"unha nova alborada nacerá no Brasil", escribira o seu avó nos anos 50 do século pasado-, é, en palabras do músico vigués, un xeito de reivindicación "dun Brasil galego que nunca foi recoñecido". E isto que di Carlos Núñez é moi importante. Tan importante que seguramente vai facer por Galicia na súa relación/proxección co Brasil o noso músico, e así será -verano vostedes-, infinitamente máis que todos os Gobernos da Xunta nos máis de 30 anos de autonomía como "nacionalidade histórica". Sendo como é o idioma galego pai do portugués do Brasil (país este que vai camiño dos 200 millóns de habitantes), non deixa de resultar estraño o pouco interese que a Galicia oficial ten mostrado polo planeta brasileiro. E conclúe Carlos Núñez, que sabe citar ao Valentín Paz Andrade que atopou a nosa Gallaecia no Brasil profundo: "Brasil é unha mina galaica".
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O'Chini
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domingo, 23 de agosto de 2009
O oso medoso
O medo nom tem cancelas. O probinho serve de peluche das risas dos pérfidos humanos han... Ai ai, já lhes fariam assi a eles...
Algum tem fresco o chinés? Eu fai tempo que nom o practico...
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O'Chini
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08:48
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sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Shoalin Soccer. Superfrikada...
Como di un colega "Oliver, Benji & Cía eran una panda de aficcionados de tercera al lado de esta gente".
Para ver e para esmendrellarse, polo menos este comezo case me fai chorar coa risa o que queira ver o resto da peli xa sabe, creo que non dura mais dunha hora...Tampouco fai falla saber moito ingles, co de instituto chega ben...Pos ale, pa o que non teña que facer...saudos
http://www.youtube.com/watch?v=56rFdBmrY6A&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=HYAcE_iiMi0&feature=fvw
http://www.youtube.com/watch?v=Z2q7JW9pBfQ&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=F2lYd64-dmI&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=D3wJHNhREjM&feature=related
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Marta
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15:39
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A ver esta que vos pareze...
Numha conhecida vinheta de Castelao aparece um cam esfomeado que mal se mantém sobre as suas patas. Ao pé dele conversam dous homens. Um deles é o dono. O outro é um vizinho que, preocupado polo estado de abandono do animal, pergunta: Por que nom lhe dás de comer, ó?
Ao que responde o dono: para o que fai...
O vizinho insiste: por que nom o matas entom?
E o dono retruca: para o que come...
Conversa datada um dia de julho de 2009.
(Professor de um centro de secundário): Nom pensas que é pouco útil escrever o galego com umha ortografia diferente que os portugueses e os brasileiros?
(Director do mesmo centro): Umha cousa é o galego e outra é o português.
Conversa datada um dia depois com os mesmos actores.
- Que tal se para o próximo ano ofertamos como segunda língua estrangeira o português?
- Para quê, ó? Sabendo galego nom fai falta estudar português.
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Gonzalo Amorin
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00:13
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quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Unha de curtas de animacion...
O mundo dos insectos pode ser dun emocionante...hehehe. Para pasar un bo rato.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Carlos Núñez gana el premio irlandés de Mejor Artista Continental en los Ireland"s Music Awards.
Otros ganadores fueron Enya, mejor vocalista femenina, o Sharon Shannon, mejor grupo tradicional.
Esta semana pasada se han dado a conocer los Ireland’s Music Awards en los que el músico gallego Carlos Núñez estaba nominado en tres tres categorías "Best Overseas Act", "Best Instrumentalist" y "Best Celtic Group".Carlos ha sido ganador del apartado "Best Overseas Act". Tambien fueron nominados The Chieftains, Altan, Sharon Shannon o Sinéad O’Connor.
Es la primera vez que se le concede en irlanda un premio de estas caracteristicas a un artista no nacido en la verde Eirinn o en las Islas Británicas.
Precisamente Carlos presentó en Irlanda hace unos meses, en el National Concert Hall de Dublin, temas de su nuevo disco "Alborada do Brasil", con la asistencia en el público de la Presidenta de Irlanda Mary McAleese.
Alborada do Brasil, distribuído por Sony Music, es un viaje iniciático y extraordinario en busca de las conexiones musicales entre Galicia y Brasil, en el que participan artistas de la categoría de The Chieftains, Carlinhos Brown, Lenine, Adriana Calcanhotto, Jaques Morelenbaum, Dominguinhos, Fernanda Takai, Yamandú Costa, la Escola do Samba Beija Flor, Wilson das Neves, Dj CIA... un auténtico reparto de primeras figuras de la música brasileña e irlandesa para uno de los trabajos más interesantes que ha dado la música española en los últimos tiempos y que está recibiendo muy buenas opiniones de los críticos músicales y del público.
Video trailer de el nuevo disco de carlos nuñez alborada do brasil:
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Marta
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23:32
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