Ola panda! Vexo que o blog está ben productivo ultimamente, con tanto cadáver e demáis. Sinto non ter participado moito pero ando ben liada ca preproducción dunha curta subvencionada pola Xunta. Rodamos en tres semanas en aquí en Galicia, así que vos faredes unha idea do curro no que estou emerxida: localizar, casting dos actores, contactando cos diferentes departamentos (Arte, Vestiario, Maquillaxe, Son, Foto, Dirección...), concretando con todos eles a estética e a intención do proxecto, tentando conseguir novos financiamentos de diferentes entidades, etc, etc, etc. Estou exhausta pero feliz, porque me chifla todo o proceso. Imos ter actrices coñecidas, tamén o compositor da BSO e imos rodar ca cámara Red One, que é do mellor que hai de dixital (con ela rodouse a peli do Che). En fin... un luxo.
Agora quería ensinarvos a curta que fixen este curso. Esta historia quería contala por unha serie de factores persoais e dinme o luxo de levala a cabo. Non é un grande exercicio de inxenio guionístico, pero eu tiña a necesidade de facela.
Póñovos aquí o enlace a youtube, porque tedes que marcar a opción "ver con alta calidade" que hai xusto embaixo da pantalliña, porque haiche diferencia, aínda que se sega a ver fatal. De paso, podedes facer o mesmo cun dos enlaces relacionados, onde aparece o videoclip que xa vos ensinara, pero que tamén da a opción de calidade mellorada. Agora estanno a poñer na MTV, e según me comentou un colega, na súa pax web( da MTV) está de quinto nos mellores vídeos de hip hop de toda España (ten coña).
En fin, aquí vos deixo o enlace. Aperta e que sigades tan productivos cos cadaveres.
Cien Años
domingo, 2 de novembro de 2008
CURTA "CIEN AÑOS"
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crisbodelon
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Labels: as nossas cousas, cinema
Moita verdade, entre risas. A campanha "Vivamos como galegos"
A mim ainda me gusta mais este outro, um pouco de orgulho nom nos vem mal, nada mal, cumhas quantas verdades, ainda que moitos pensem que é umha exageraçom. Entre elas a de Cervantes Saavedra.
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O'Chini
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20:25
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Labels: humor
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Hallowen!!!
O significado da cabaza:
Din que as bruxas utilizaban os cráneos das víctimas humanas e as adornaban con velas entre as concas dos ollos e do nariz. Cando chegaron os paganos irlandeses a EE.UU como non podían levar a cabo estas prácticas con craneos da xente, utilizaron cabazas.
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Maria
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23:20
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Camino del Rey
Desfiladero de Gaitanes, Malaga.
A historia conta que no ano 1921, Alfonso XIII pasou por aqui quando abreu as reservas de agua da represa. Este evento foi o que deu nome ao caminho. Pois ala, por mim que repitam os Bourbons, cumha copinha de cognac antes isso si....hoho!
PD: hei Gon, ja que nom pugeches ti o post... pois ai vai.
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O'Chini
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01:11
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quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Etnografando com letras
Boas a tod@s,
Seguro que vos decatastes dalguns cámbios no blog.
Mudei todos os links referentes á Zona Velha & Company á esquerda, deixando a margem dereita para cousas externas e alheias ao blogue.
Na parte de arriba engadim dous blogs que me parecem interesantes, com os últimos posts. De tudo, um pouco já o conheciades. Agora chega-lhe o turno a Etnografando com letras . Botade-lhe um olho. Moi interesante o seu ultimo post: O Nosso Ano Novo , umha reflexom sobre Halloween.
Máis abaixo, há outros blogs com fotos antigas de Galiza e da Zona da Corunha, e outros blogs de opiniom.
Se tedes algumha sugestiom, dizide e a ponho num lugar prominente para o desfrute do resto. Nom vos cortedes. O blog tem que ser de tod@s!!!
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O'Chini
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22:13
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Labels: Política
CADAVER EXQUISITO XV
O aviom aterrou com puntualidade británica. O Jacobe tivo que fazer as cousas com diligência, nom quixo deixam nengum cabo sem atar. Apenas com o equipagem de mam fixo o desembarco o mais rápido que puido. Caminhou polos corredores do aeroporto sem pausa e tentando nom chamar a atençom. Nom deixava de botar olhadas às costas por ver se alguém vinha trás del.
- Deus! Com tanto loiro vou tolear. Tranquilo Jacobe, estás na Inglaterra. Falou polo baixo o Jacobe.
Nom tardou nem quince minutos em deixar o aeroporto e subir-se a um taxi. Os ponteiros do seu relógio marcavam as once da manhá com hora británica; tinha mais de tres horas para atopar-se com o professor, recolher as novas instrucçons e voltar de novo a Heathrow para subir ao aviom, ainda teria que aguardar até as cinco da tarde para despegar.
- Ao centro, se fai favor. Dixo o Jacobe ao taxista num correito inglés.
Entre a néboa, com os faros acesos, o carro abria-se caminho. Havia muito tráfico a essa hora. Abstraido nos seus pensamentos o Jacobe foi-se percatando de que outro taxi negro vinha atrás del desde já havia um treito. Nom dava creto.
- Merda! Atoparian-me? Nom pode ser, como raios... Acelere!! Ordeou-lhe ao conductor.
Durante um tempo o outro taxi seguiu-nos sem perder distância. Parecia que a cita com o professor Bramil ia ter que esperar quando, sorpresivamente, o taxista do Jacobe – intuindo a persecuçom – saltou um semáforo em vermelho e deixou atrás ao outro taxi. Respirou o Jacobe.
- Muito obrigado! Torça a esquerda na seguinte e pare por favor. Dixo.
- Estivo bem, já me tinha aburrido o comecús esse! Dixo o taxista fachendoso.
Nom podia continuar no taxi, Jacobe decidiu ir a pé até «The bored horse». Um local bem peculiar que nom adoitava visitar quando se deslocava até Londres, pero no que Dom Anselmo tivera umha das sua habituais esceas. Nom poderia esquecer a cara de noxo do professor por muito tempo ao provar aquel café salgado que el mesmo carregara ao confundir o caneco do açucar.
- Este professor! Sorriu mentres caminhava polo passeio ao lembrar a escea.
Havia muita gente pola rua. Desconfiado, continuava a botar a mirada aos quanto mais loiros eram. Logo de caminhar um bo treito, já em Picadilly Circus, puido ver por fim o lugar do encontro. Ainda era a umha do meiodia, decidiu ficar num restaurante desde o que controlava o «The bored horse»; pediu o almorço e apostado como um pássaro de pressa aguardou passar o tempo. Pensou em muitas cousas ademais de na aventura que estava a correr. Sobre todo na rapariga que desde havia algum tempo convivia com el. Giana era a imagem que presidia a seu pensamento. Do outro lado da rua todo parecia tranquilo e, puntual como um relógio, observou como o professor Bramil entrava polo cavalo aburrido. Ao rematar de comer, tirou do peto a carteira para pagar-lhe à camareira. O borde de umha foto abrolhava por um dos seus flancos. Pagou a conta e, cerimonioso, sacou a foto da bilheteira. Mirou-na com detemento achegando-a lentamente até bica-la. Justo antes pareceu-lhe ver como um lóstrego silencioso o abordava desde atrás. Quatro entusiastas japoneses ametralhavam o local a fotos. A porta do local fechou-se com força e o frio de fóra acarinhou a face de Jacobe atraendo a sua atençom. Resolto ergueu-se da mesa e arrancou ao encontro do professor.
- Meu bo Jacobe... Dixo Dom Anselmo ao ve-lo entrar pola porta. Vejo que o sal no café nom é cousa que se esqueça facilmente. Hehe!!
- Olá professor, como está? Atopa-se bem? Dixo Jacobe.
- Aguardo que foses coidadoso para chegares até aqui.
- Fu-no, nom se preocupe.
- Bem. Nom hai tempo. Devemos ser breves. Dixo baixando a voz Dom Anselmo. Bota a mam por baixo da mesa.
- Que é isto?
- Agora atende, nom fagas perguntas. Sabem que estamos aqui!
- Poida que tentasem seguir-me, pero despistei-nos...
- Isso é o que ti pensas, tenhem gente por todas partes. Aparentou paranoico Dom Anselmo. Atopei a conexom! Atopei-na! Case por casualidade. Nos fondos do Museu Universitário de Tromsø. Num capacete cerimonial...
- Capacete?
- Si, toparon-no a começos de século num drakkar afundido na costa norueguesa. Nom o vas crer! Levava fora de exposiçom desde a sua descuberta, passou inadvertido tanto tempo!
- Pero...
- O barco afundido era a tumba dalgum chefe vikingo. Mui poderoso, tinha ouro, o capacete é de ouro; muitas armas, alfaias...e moedas. Hehehehe!!!! Moedas!!!!!! Tres moedas!!!!
- Si. Moedas, e?
- Pois que isso mesmo conseguiu despistar aos Monteira Furada de todo isto. Nom o vas crer!
- Por favor professor!! Insistiu com sorna Jacobe.
- Moedas... de prata. Hehehe!!
- Prata?
- Si de prata! E no anverso pode-se ler: «REX ET REGINA CAST LEGIO ARAGO SIDI» Recitou com pompa Dom Anselmo.
- Nom pode ser! Impossível!! Case berrou o Jacobe. Tem que ser impossível. Tem que ser por algum tipo de processo post-depossicional... nom me estranha que eles nom o tiveram em conta.
- Atoparom tres moedas na que parecia a impronta da cabeça do cadaver, ao ladinho do capacete.
- Nom pode ser! Insistia incrédulo o Jacobe. Vikingos em pleno século XVI? Se nom me equivoco estamos a falar dum Real de Prata dos Reis Católicos. Sobre o 1500...
- Exacto! Dom Celso Garcia de la Riega tinha raçom!! Tinha raçom!!! Hehehehehe!!!! Ria animado como um colegial Dom Anselmo.
- Entom...
- Espera!! O melhor ainda está por vir.
- O capacete!
- Um capacete de ouro com baixorelevos dumha calidade exquisita, onde se narram os feitos dum enfrontamento, dum saqueio, dum roubo...e toda a escea presidida por...
- Si! Pero nom só isso! Parez que Dom Celso nom se equivocava...outro incomprendido!!!
- Nom se faga de rogar por favor.
- Pois, no capacete aparece a árbore sagrada cuberta por umha cuncha, umha cuncha de longueirom.
- Nom!
- Si!
- Atopou ao traidor!? Professor!! Atopou-no! Dixo contendo a emoçom Jacobe.
- Penso que si meu caro amigo.
- Agora já sabemos onde temos que buscar, sempre estivo na nossa terra. E eu perdendo o tempo por estes sitios tam frios...nom perdamos mais tempo! Increpou Dom Anselmo.
- Já sei o tenho que fazer, nom se preocupe professor.
- Confio em ti meu caro companheiro.
Mirando para a chave que lhe passara Dom Anselmo por baixo da mesa o Jacobe aguardou que falase de novo.
- Vai a estaçom de comboios de Waterloo, consigna número 24. Logo volta o mais veloz que poidas para Galiza. Devemos ter muito cuidado, estamos mui perto...
- Nom mo podo crer, isto é mais do que me poderia imaginar.
- Agora nom podemos fazer mais do que o dever nos chama. Vai-te meu bo Jacobe.
- Nom lhe falharei professor. Seja cuidadoso. Estaremos em contacto. A mirada do Jacobe delatava a sua preocupaçom à vez que a luz da impaciência. Até pronto!
- Até pronto Jacobe. Dixo Dom Anselmo á vez que pensava: E o traidor convertiu-se em delator!
Jacobe saiu decidido do local mentres lhe botava umha última olhada ao seu professor que ainda permanecia sentado à mesa. Desta volta Jacobe optou polo autocarro, asim estaria sempre acompanhado de gente polo que os Monteira Furada teriam que serem mais cuidadosos. Apanhou o autocarro no mesmo Picadilly, ia direito até a estaçom de Waterloo. Tomou asento e meteu as mans nos petos sem soltar em nengum momento a chave, apretava-a forte no seu punho. Desde o seu sitio seguia a observar para as diferentes persoas que ateigavam o autocarro. Estudantes, mochileiros, anciáns e gente que parecia adicar-se aos negócios. De entre eles fitou num que lhe resultou extremadamente elegante. Vestia de negro um impecável traxe que cubria cum gavám de lá de refinada e robusta costura, sentado com um marcial estilo suxeitava entre as mans um chapeu tamém negro boca arriba do que sobresaiam umha distinguidas luvas negras com umha extranha marca vermelha que, aos olhos do Jacobe, pareciam um brasom ou escudo. O Home era loiro, alto, e algo enxoito, lia o jornal com um ar de certo desinterese, as suas mans deletavam a sua força. O Jacobe nom lhe sacou olho até chegar à estaçom, o home tamém baixou. Jacobe correu quanto puido até chegar a consigna, chamando a atençom da segurança da estaçom que lhe solicitou a documentaçom e lhe fixo um pequeno interrogatório. Deste jeito o Jacobe conseguiu umha inestimável protecçom quando estes lhe pedirom que abrise a consigna ante eles. O home loiro de negro mantinha a distáncia, tomando tranquilamente um cafe, pero sem perder detalhe da escea.
- Nom hai dúvida, é um deles. Pensou o Jacobe mentres recolhia das mans duns dos guardas o pequeno anaco de metal que asemelhava umha especie de fruito.
- Desculpe as moléstias senhor, pero seja mais comedido para umha outra vez. Dixo seco um dos guardas.
- Serei-no. Muito obrigado por todo. Respostou o Jacobe.
- Rápido por favor! Ao aeroporto de Heathrow! Dixo o Jacobe.
Eram case as quatro da tarde, tinha umha hora para chegar ao aeroporto e polo de agora as cousas sairam bem, do home de negro nom havia nem rastro. Chegou para embarcar com vinte minutos, vaziou os petos para o control na bandexa de plástico que lhe deram os da segurança e passou o arco de control para recolher de novo as suas cousas. Subiu ao aviom, sentou-se e comprovou que nom havia ninguém na cabina que se parece-se ao loiro do autocarro.
- Nom pode ter sido todo tam doado. Pensou à vez que se acomodava para dar umha pequena cabeçada. Estam em todas partes...
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Gonzalo Amorin
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18:40
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Labels: Cadaver Exquisito
Obama and Maccain: dance off
As eleccións están á volta da esquina e os candidatos á presidencia reláxanse da mellor forma...
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Maria
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15:58
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quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Mary Popins, ou Maria Castanha
Hoho... bom, esta era a foto que tinha eu a mam, claro, nom a minha, pero seguro que mais tarde ha de aparecer... temo-me :P




Posted by
O'Chini
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21:43
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Labels: as nossas cousas, humor
Haha, estache ben a cousa!! Algunhas mais logradas que outras...
Posted by
Marta
at
14:04
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